Publicada em julho de 2026, a segunda edição da Adaptability Pulse Survey, da KPMG, ouviu 1.120 executivos de empresas de diferentes setores nos Estados Unidos. O levantamento examina como as organizações respondem às disrupções e quais medidas adotam para se adaptar.
Entre os principais obstáculos para proteger e gerar valor nos 12 meses seguintes estão a pressão financeira de curto prazo (39%), a lentidão na tomada de decisões (37%), a falta de talentos críticos (33%) e estruturas organizacionais ou hierarquias que dificultam mudanças (28%). Embora a escassez de competências permaneça relevante, a pesquisa aponta que as empresas recorrem mais à requalificação profissional do que à redução da força de trabalho.
Inovação (44%), eficiência operacional (42%) e fortalecimento do relacionamento com clientes (40%) aparecem como prioridades para manter a competitividade. Já estratégias de nearshoring ou regionalização foram citadas por 22% dos respondentes.
Segundo o estudo, as organizações tendem a fortalecer os negócios existentes, em vez de reformular portfólios ou criar novas frentes de crescimento. Entre as práticas associadas a melhores resultados estão equipes dedicadas à experimentação, gestão de portfólio para realocação de recursos, aquisições estratégicas e ajustes em incentivos, indicadores e estruturas de governança.
A pesquisa "Split Decisions: The BCG CEOs and Boards Survey" está disponível no
site da KPMG.