IBGC Conecta traz resultado de pesquisa inédita do GT Pratique ou explique com institucionais
O grupo de trabalho (GT) Pratique ou explique, do qual o IBGC faz parte, divulgou o resultado de seu mais recente levantamento sobre o uso dos informes de governança por investidores institucionais. O IBGC Conecta de terça-feira (21 de julho) trouxe representantes do grupo dedicado a promover o modelo pratique ou explique do Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas para comentar a pesquisa.
Além do IBGC, fazem parte do GT a ACE Governance, Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec Nacional), Brasil, Bolsa, Balcão (B3), EY, Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri) e TozziniFreire Advogados.
A abertura do webinar feita diretora de Vocalização e Influência do IBGC Valeria Café foi seguida pela moderação da sócia da ACE Governance Adriana Sanches. Participaram do encontro Christiane Almeida Edington, conselheira de administração, CEO e CIO, Fábio Motta, sócio da DAO Asset Management, e Guilherme Setubal Souza e Silva, gerente de Relações com Investidores e Novos Negócios na Duratex.
Adriana explicou que o objetivo da pesquisa passava por uma verificação do uso do informe de governança nas empresas, por uma avaliação da percepção dos investidores sobre o documento na comparação com outros já existentes e pela qualificação de temas e demandas recorrentemente percebidos pelos investidores. "Constatamos que quase a totalidade dos respondentes [82%] considera que as informações presentes no informe constituem conteúdo relevante para recomendações ou decisões de investimento”, contou.
Outros 89% dos entrevistados disseram que as justificativas e explicações deveriam ser mais objetivas e precisas, enquanto 55% consultaram o documento no mínimo eventualmente e, finalmente, 7% afirmaram que acreditam plenamente que as explicações sejam adequadas, segundo ela. "Há também a percepção de que há espaço para melhorias no informe. Algumas reflexões dos entrevistados apontaram que podemos pensar em estímulos de aprimoramento da qualidade, precisão e objetividade das informações, por exemplo", completou Adriana.
Confira os resultados completos no webinar:
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